O Cérebro e a Dança
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O cérebro e a dança: quando o movimento educa, sente e transforma
A dança vai muito além do movimento bonito ou da técnica bem executada. Ela é uma experiência profunda para o cérebro humano, capaz de estimular áreas cognitivas, emocionais e motoras de forma integrada. Quando uma criança (ou adulto) dança, o cérebro entra em ação por completo — aprendendo, sentindo, organizando e criando.
Neste artigo, vamos entender como a dança impacta o cérebro e por que ela é uma ferramenta tão poderosa no desenvolvimento humano.
🧠 O cérebro aprende em movimento
O cérebro não aprende apenas sentado. Ele aprende em ação, especialmente quando o corpo está envolvido.
A dança ativa simultaneamente:
O córtex motor, responsável pelos movimentos voluntários;
O cerebelo, ligado ao equilíbrio, coordenação e precisão;
O hipocampo, fundamental para memória e aprendizagem;
O córtex pré-frontal, responsável por atenção, foco e tomada de decisões.
Por isso, aprender dança não é apenas repetir passos — é construir conexões neurais a cada repetição, ajuste e descoberta corporal.

🎵 Música, ritmo e neuroplasticidade
Quando a música entra, o cérebro responde ainda mais intensamente. O ritmo estimula a organização temporal do cérebro, ajudando na percepção de tempo, sequência e previsibilidade.
A dança contribui diretamente para a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de criar novas conexões. Cada coreografia aprendida, cada contagem memorizada e cada adaptação de movimento fortalece essas conexões.
Isso é especialmente importante na infância, fase em que o cérebro está em pleno desenvolvimento, mas também é extremamente benéfico para jovens, adultos e idosos.

💭 prof Rayssa
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